



Saíra-amarela
Stilpnia cayana
Olá! Eu sou a Saíra-amarela, uma pequena joia colorida que leva alegria por onde passa.
Ouça meu canto
Sou sociável, vibrante e curiosa; levo cor, movimento e alegria por onde passo.

Sobre Mim
Olá!
Eu sou a saíra-amarela (Stilpnia cayana), uma pequena ave de cores vibrantes que leva brilho e movimento às matas, parques e jardins. Também sou conhecida por muitos outros nomes, como saí-amarelo, saíra-cabocla, sanhaço-íris, sanhaço-caboclo, guriatã-do-coqueiro e frei-vicente, dependendo da região do Brasil onde você me encontrar.
Meu nome científico significa "ave brilhante de Caiena", uma homenagem ao brilho da minha plumagem e à região onde fui descrita pela primeira vez.
Tenho cerca de 15 centímetros de comprimento e peso aproximadamente 20 gramas. Os machos, como eu, exibem uma plumagem amarelo-dourada intensa, asas verde-brilhantes e, na maior parte do Brasil, uma elegante máscara negra que cobre o rosto, a garganta e parte do peito. As fêmeas têm cores mais suaves e não possuem essa máscara escura, mas compartilham a mesma delicadeza e elegância.
Meu cardápio é bastante variado. Adoro frutas maduras, mas também me alimento de pequenos insetos, como cupins e vespas. Gosto de visitar árvores carregadas de frutos e, por isso, também apareço com frequência em comedouros preparados para aves.
Quando chega a época de formar uma família, construímos um ninho em forma de taça usando folhas, raízes e capins cuidadosamente entrelaçados. Normalmente ele fica apoiado em galhos baixos e bem protegidos pela folhagem. A fêmea realiza a maior parte da construção e da incubação dos dois ou três ovos, enquanto eu permaneço por perto protegendo o território e ajudando a alimentar tanto ela quanto os filhotes depois que nascem.
Costumo viver aos pares ou em pequenos grupos. Habito capoeiras, matas abertas, matas ciliares, áreas cultivadas, parques e jardins, sempre onde existam árvores frutíferas e boa oferta de alimento.
Você pode me encontrar em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, além do Paraguai e do norte da Argentina. Meus parentes também vivem na Amazônia e em outros países da América do Sul.
Felizmente, ainda sou uma espécie considerada Pouco Preocupante quanto ao risco de extinção. Mas isso depende da conservação das árvores, das matas e dos ambientes onde encontro alimento e abrigo.
Além de levar cor às paisagens, também ajudo a natureza ao dispersar sementes e contribuir para a renovação das florestas.
